IMPLANTES DENTÁRIOS

Implante dentário planejado digitalmente, na fresadora ao lado da sua cadeira.

Tomografia 3D, planejamento digital com CAD/CAM e técnica cirúrgica precisa. Em Campo Belo, São Paulo, conduzido pela Dra. Cristina Peixoto Soares Gavaldão, especializada pela USP, e Cosmetic Dentistry pela New York University.

As dúvidas que pacientes trazem em primeira consulta

Todo paciente chega com perguntas. Aqui estão as quatro mais comuns, e como respondemos com base no planejamento digital.

"Não tenho osso suficiente para implante."

A tomografia 3D mostra exatamente quanto osso existe. Em casos com perda óssea, técnicas modernas de enxerto ou protocolos All-on-4 frequentemente viabilizam o tratamento. A avaliação revela o que é possível.

"Vai doer muito? Vou ter complicações?"

Cirurgia de implante é feita sob anestesia local, sem dor durante o procedimento. Recuperação típica permite retorno à rotina em 1 a 2 dias. Pacientes com ansiedade podem optar por sedação consciente.

"E se o implante for rejeitado?"

Implantes modernos são de titânio biocompatível — material que não causa rejeição imunológica como ocorre em transplantes. A taxa de sucesso em casos bem planejados ultrapassa 95%.

"Quanto tempo leva o tratamento todo?"

Implante unitário leva de 3 a 6 meses considerando osseointegração. Casos complexos com enxerto podem chegar a 12 meses. A primeira consulta define o cronograma específico do seu caso.

Quatro etapas, do diagnóstico ao implante definitivo

01

Tomografia 3D e planejamento

Imagem tridimensional do osso, com posicionamento digital do implante simulado em software antes da cirurgia.

02

Cirurgia guiada

Procedimento sob anestesia local, com guia cirúrgica baseada no planejamento digital para precisão milimétrica.

03

Osseointegração

Período de 3 a 6 meses em que o osso se integra biologicamente ao implante de titânio.

04

Coroa definitiva

Fabricação da coroa em porcelana ou zircônia por CAD/CAM, instalada sobre o implante integrado.

Comece pelo diagnóstico. Avaliação de 60 minutos com tomografia 3D e plano técnico personalizado.
Agendar consulta →

Quem conduz seu tratamento

Dra. Cristina Peixoto Soares Gavaldão

"Implante é parte de um sistema completo, não peça isolada."

Mais de 20 anos de prática em implantes dentários e reabilitação oral. Trabalha com fluxo digital integral — do escaneamento intraoral à fabricação CAD/CAM — porque acredita que precisão técnica é o que sustenta resultado de décadas. Cada implante é planejado dentro do contexto completo da boca do paciente: oclusão, articulação, dentes vizinhos, gengiva, função.

Quem conduz seu tratamento

Dra. Cristina Peixoto Soares Gavaldão

"Implante é parte de um sistema completo, não peça isolada."

Mais de 20 anos de prática em implantes dentários e reabilitação oral. Trabalha com fluxo digital integral — do escaneamento intraoral à fabricação CAD/CAM — porque acredita que precisão técnica é o que sustenta resultado de décadas. Cada implante é planejado dentro do contexto completo da boca do paciente: oclusão, articulação, dentes vizinhos, gengiva, função.

Modalidades dentro de implantodontia

São diferentes "tipos" de tratamento com implante, conforme a necessidade do caso:

Implante unitário

Substituição de um único dente com um implante e uma coroa. Indicação mais comum.

Múltiplos implantes

Reabilitação de áreas com vários dentes ausentes, com planejamento integrado do conjunto.

Protocolo All-on-4

Reabilitação total de uma arcada usando quatro implantes estrategicamente posicionados, com prótese fixa.

Protocolo All-on-6

Variação do All-on-4 com seis implantes, oferecendo maior estabilidade e distribuição de carga.

Implante com carga imediata

Modalidade em que a prótese provisória é instalada no mesmo dia da cirurgia. Indicação específica conforme qualidade óssea e estabilidade primária do implante.
Comece pelo diagnóstico. Avaliação de 60 minutos com tomografia 3D e plano técnico personalizado.

O que pacientes dizem

Avaliações verificadas no Google Maps, sem edição.

⭐⭐⭐⭐⭐

São minhas dentistas há pelo menos 22 anos! Do meu marido e da minha filha também! Utilizam as tecnologias mais avançadas, estão sempre se especializando, estudam muito! Trabalho impecável e de total confiança, já me ajudaram em vários casos difíceis.

Luciana Tirolli
⭐⭐⭐⭐⭐

Excelentes profissionais. Toda minha família se trata com elas há anos. De muita confiança e competência.

Andrea Trigo
⭐⭐⭐⭐⭐

Alem de ser uma clinica linda, sou paciente da Dra Cristina há anos. A competencia dela, a estrutura da clinica, tudo muito tecnológico, rápido, com soluções inteligentes me fazem sempre indicar e falar com orgulho. Nunca estive tão satisfeito!

dvolponi
5 / 5 · Baseado em avaliações verificadas no Google

Pacientes com perdas múltiplas no arco superior frequentemente apresentam combinação de dentes comprometidos, perda óssea localizada, e necessidade de devolução estética e funcional simultânea. Em casos típicos como esses, planejamos a reabilitação em três etapas: tomografia 3D com mapeamento ósseo completo, instalação de seis implantes posicionados estrategicamente para distribuição de carga mastigatória, e fabricação CAD/CAM da prótese definitiva sobre os implantes integrados. O processo completo leva de seis a doze meses, com fase de provisórios para adaptação muscular e validação estética antes da finalização.

Comece pelo diagnóstico

Avaliação completa de 60 minutos com tomografia 3D, análise da viabilidade técnica do seu caso, e plano de tratamento personalizado. Você sai com clareza sobre tempo, etapas e investimento.

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Atendimento em português e inglês · Dra. Cristina · NYU Cosmetic Dentistry · CRO-SP 63483

Perguntas frequentes

Quanto custa um implante dentário?
O custo varia conforme complexidade do caso, necessidade de enxerto ósseo, tipo de coroa (porcelana ou zircônia), e quantidade de implantes envolvidos. O CROSP não permite divulgação pública de valores em material de divulgação. Em primeira consulta, fornecemos orçamento detalhado e técnico, com discriminação de cada etapa do tratamento, prazo estimado, e formas de pagamento. A avaliação inicial inclui tomografia 3D e análise completa do caso, o que permite orçamento preciso ao invés de estimativa genérica.
Implante dói? Como é a recuperação?
A cirurgia de implante é realizada sob anestesia local, sem dor durante o procedimento. No pós-operatório, a maioria dos pacientes relata desconforto leve a moderado nos primeiros dias, controlado com medicação prescrita. Pacientes com ansiedade podem optar por sedação consciente. A recuperação típica permite retorno à rotina em 1 a 2 dias. Inchaço e leve hematoma podem ocorrer nos primeiros 3 dias, diminuindo gradualmente. Orientações específicas de pós-operatório são entregues por escrito ao final do procedimento, com canal de contato direto para qualquer dúvida.
Posso fazer implante se tenho pouco osso?
Sim, em muitos casos. Quando há perda óssea, técnicas modernas de enxerto ósseo permitem reconstruir o volume necessário antes ou durante a colocação do implante. Casos mais complexos podem usar implantes mais curtos, técnicas como elevação de seio maxilar, ou protocolos All-on-4 que aproveitam áreas com osso preservado para reabilitar arcadas completas. A tomografia 3D realizada na primeira consulta revela exatamente quanto osso existe e quais técnicas são tecnicamente viáveis para o seu caso específico. Em poucos casos a limitação óssea inviabiliza completamente o tratamento — a avaliação define o que é possível.
O que é All-on-4 e quando é indicado?
All-on-4 é o protocolo de reabilitação total que substitui todos os dentes de uma arcada usando apenas quatro implantes estrategicamente posicionados. É indicado para pacientes com perda total ou quase total de dentes em uma arcada, especialmente quando há limitação óssea que dificultaria múltiplos implantes individuais. Em casos específicos, All-on-6 (com seis implantes) oferece maior estabilidade e distribuição de carga. A grande vantagem dessa modalidade é que a prótese provisória frequentemente pode ser instalada no mesmo dia da cirurgia, devolvendo função mastigatória e estética imediatamente, com a prótese definitiva sendo finalizada após osseointegração.
Implante tem rejeição?
Implantes modernos são feitos de titânio biocompatível, material que não causa rejeição imunológica como ocorre com transplantes de órgãos. O que pode acontecer é falha na osseointegração — o implante não integra ao osso por motivos como infecção pós-operatória, problema na técnica cirúrgica, condições sistêmicas não controladas do paciente (diabetes descompensada, por exemplo), ou tabagismo. A taxa de sucesso em casos bem planejados e executados ultrapassa 95% segundo literatura científica. Em casos de falha, geralmente é possível reinstalar o implante após período de cicatrização, com taxa de sucesso da segunda tentativa também elevada.